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Espírito Santo, Brazil
Professora Educação Infantil. Costumo ser reservada e tímida, ás vezes gosto de ficar sozinha. Vivo o presente. Sou do tipo de pessoa que vive o “aqui e agora”. Não gosto deixar nada pra depois. Preciso de liberdade e independência para fazer minhas próprias coisas. Alegria sempre. Nada de ficar reclamando das dificuldades. Deus conhece nossa capacidade. "Posso não saber o quanto vou ter que caminhar, mas eu continuarei andando e sorrindo. Vou aprendendo a viver e a conviver. Levo comigo uma bagagem cheia de decepções, momentos felizes e alguns não muito.. meus erros, minhas lágrimas, minhas derrotas e vitórias... Não quero ser perfeita , eu quero é cair e levantar rindo... levantar e limpar as mãos e os joelhos e me preparar para correr de novo ,dessa vez mais rápido ainda. Se não quiser que eu te decepcione não faça demasiadas expectativas..."

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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Arca de Noé (Vinícius de Moraes)


Crianças pintaram os rolinhos de papel higiênico para confecção de animais para a arca, utilizando pincel e guache.
Também pintaram os moldes dos corpos dos animais, molhando a ponta dos dedos no guache.
 Recortei os moldes e colei o rolinho pintado entre as partes do animal (frente e costas) formando o corpo.
 

 
Para confeccionar a arca usei uma caixa grande de impressora (mais alguns pedaços de outra caixa), colando as partes com cola quente.
 
Na parte da baixo precisei encaixar uns pedacinhos para firmar a base onde fica a casinha. Após montada a casinha, colei  na base da parte de baixo da arca, lembrando de cortar antes as janelas e porta (com estilete).

 
As crianças (em grupos de 4) pintaram a arca depois de montada carimbando esponjinhas molhadas no guache marrom. O guache preto usei apenas no teto da casinha e no fundo da arca.
 

Abaixo, a arca antes e depois da pintura...

 
 
...e com os animais em volta. A árvore foi feita com um palitinho de churrasco (ou canudo de jornal) envolvido com crepon  verde picotado.



A Arca de Noé  (Vinícius de Moraes)

 Sete em cores, de repente
O arco-íris se desata
Na água límpida e contente
Do ribeirinho da mata

O sol, ao véu transparente
Da chuva de ouro e de prata
Resplandece resplendente
No céu, no chão, na cascata

E abre-se a porta da arca
Lentamente surgem francas
A alegria e as barbas brancas
Do prudente patriarca

Vendo ao longe aquela serra
E as planícies tão verdinhas
Diz Noé: que boa terra
Pra plantar as minhas vinhas

Ora vai, na porta aberta
De repente, vacilante
Surge lenta, longa e incerta
Uma tromba de elefante

E de dentro de um buraco
De uma janela aparece
Uma cara de macaco
Que espia e desaparece

"Os bosques são todos meus!"
Ruge soberbo o leão
"Também sou filho de Deus!"
Um protesta, e o tigre - "Não"

A arca desconjuntada
Parece que vai ruir
Entre os pulos da bicharada
Toda querendo sair

Afinal com muito custo
Indo em fila, aos casais
Uns com raiva, outros com susto
Vão saindo os animais

Os maiores vêm à frente
Trazendo a cabeça erguida
E os fracos, humildemente
Vêm atrás, como na vida

Longe o arco-íris se esvai
E desde que houve essa história
Quando o véu da noite cai
Erguem-se os astros em glória

Enchem o céu de seus caprichos
Em meio à noite calada
Ouve-se a fala dos bichos
Na terra repovoada

Aguardando a chegada de Otavio.

Aguardando a chegada de Otavio.
Abençoada seja sua vinda, meu filho!

Foto: meu amor Anderson

Foto: meu amor Anderson

Foto: pais Josedino e Conceição

Foto: pais Josedino e Conceição

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