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Professora Educação Infantil. Costumo ser reservada e tímida, ás vezes gosto de ficar sozinha. Vivo o presente. Sou do tipo de pessoa que vive o “aqui e agora”. Não gosto deixar nada pra depois. Preciso de liberdade e independência para fazer minhas próprias coisas. Alegria sempre. Nada de ficar reclamando das dificuldades. Deus conhece nossa capacidade. "Posso não saber o quanto vou ter que caminhar, mas eu continuarei andando e sorrindo. Vou aprendendo a viver e a conviver. Levo comigo uma bagagem cheia de decepções, momentos felizes e alguns não muito.. meus erros, minhas lágrimas, minhas derrotas e vitórias... Não quero ser perfeita , eu quero é cair e levantar rindo... levantar e limpar as mãos e os joelhos e me preparar para correr de novo ,dessa vez mais rápido ainda. Se não quiser que eu te decepcione não faça demasiadas expectativas..."

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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Relatório individual para fonoaudióloga

O relatório abaixo foi redigido pela professora Karine e pedagoga Iasmin para solicitar à fonoaudióloga um acompanhamento individual do aluno Marcelo (nome fictício, trocado para presevar identidade do aluno), propiciando um melhor desenvolvimento educacional.

Relatório individual do aluno Marcelo Silva - Data26/10/2009
Marcelo foi matriculado no Centro Municipal de Educação Infantil Narizinho em 2008, com dois anos de idade e necessitou de muitas intervenções da professora que ficava extremamente constrangida em relação aos pais das demais crianças, uma vez que ingressou no CMEI sem expressar nenhuma palavra, sendo sua única forma de manifestação morder os colegas (tinha dias que mordia até cinco colegas diferentes).
Foi um trabalho árduo para a professora e só nos sentimos mais consoladas quando a fonoaudióloga que atendia o CMEI comunicou-nos que Marcelo mordia os colegas porque não conseguia se expressar oralmente. Então, sua professora e monitora passaram a fazer um trabalho individualizado com ele, estimulando sua oralidade em todos os momentos que desejava algum objeto ou alguma coisa e mantendo um olhar muito atento para impedir suas mordidas.
A partir do segundo semestre, Marcelo já se interessava com os colegas para brincar apesar de continuar com dificuldades de expressão verbal e já não morder com tanta frequência.
Atualmente, matriculado no Grupo III, da professora Karine, no turno vespertino, a mesma observou já no primeiro trimestre que a referida criança costumava se expressar oralmente somente quando repreendido por um determinado colega, manifestando-se através de choro ou grito. Nesse momento, apontava para o colega e tentava comunicar o que havia acontecido.
No decorrer do segundo trimestre, o Marcelo passou a se comunicar através de falas curtas e simples, algumas vezes dizendo onomatopéias, como por exemplo: nham, nham (referindo-se ao lobo que comeu o porquinho na história contada pela professora) e vrum... (referindo-se ao barulho de carro).
De acordo com as observações da professora, durante as atividades propostas, ela percebe que Marcelo muitas vezes tenta participar de maneira ativa, seja tentando dialogar com os amigos durante as brincadeiras expondo suas preferências, seja em rodas de conversa onde procura relatar fatos ocorridos fora do ambiente escolar, porém de forma incompreensível para as crianças e na maioria das vezes para a professora e monitora, ficando evidente que criança apresenta uma dificuldade na pronúncia das palavras o que leva os colegas a ignorem o que ele fala pois não conseguem entendê-lo, fato que o deixa muito frustrado, levando-o a ceder às vontades dos colegas, o que dificulta o desenvolvimento de sua autonomia.
Durante as conversas com as educadoras essa dificuldade em se fazer compreendido através da fala, tem se mantido persistente no Marcelo. Para que sua fala seja assimilada, desenvolvemos o hábito de observar suas indicações gestuais, sons onomatopéicos, associações de sons na tentativa de compreender o que ele quer comunicar através da fala. Quando Marcelo percebe que não está sendo compreendido em suas falas, passa a repetir mais pausadamente ou leva a pessoa com quem está conversando ao local ou ao sujeito do qual está falando.
Karine Santana Andrade – professora do grupo 3B vespertino
Iasmin Maria Machado Aquini - pedagoga

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