Google Tradutor

Quem sou eu

Minha foto
Espírito Santo, Brazil
Professora Educação Infantil. Costumo ser reservada e tímida, ás vezes gosto de ficar sozinha. Vivo o presente. Sou do tipo de pessoa que vive o “aqui e agora”. Não gosto deixar nada pra depois. Preciso de liberdade e independência para fazer minhas próprias coisas. Alegria sempre. Nada de ficar reclamando das dificuldades. Deus conhece nossa capacidade. "Posso não saber o quanto vou ter que caminhar, mas eu continuarei andando e sorrindo. Vou aprendendo a viver e a conviver. Levo comigo uma bagagem cheia de decepções, momentos felizes e alguns não muito.. meus erros, minhas lágrimas, minhas derrotas e vitórias... Não quero ser perfeita , eu quero é cair e levantar rindo... levantar e limpar as mãos e os joelhos e me preparar para correr de novo ,dessa vez mais rápido ainda. Se não quiser que eu te decepcione não faça demasiadas expectativas..."

Marcadores

educação (85) 2011 (56) atividade (50) relatório (50) comportamento (42) arte (39) 2010 (38) desenvolvimento (38) Educação Infantil (36) produto testado (35) 2012 (34) informação (34) maquiagem (33) criatividade (32) bebê (29) mensagem (29) 2013 (28) 2009 (25) avaliação (24) 2019 (20) cosmético (16) 2018 (15) infantil (15) 2015 (14) 2017 (14) blog (14) 2016 (13) filho (12) estilo (11) 2014 (10) Otávio (10) coordenação motora (10) culinária (10) alfabetização (9) conteúdo (8) história (8) Lettering (7) vídeo (7) 2008 (6) brincadeira (6) cores (5) gravidez (5) pintura (5) saúde (5) 2020 (4) Cecília Meireles (4) autismo (4) berçário (4) doença (4) educação especial (4) gestação (4) lei (4) páscoa (4) sorteio (4) borda (3) contagem (3) curiosidade (3) filme (3) lembrancinha (3) livro (3) música (3) receita (3) Mary Kay (2) Posca (2) Vinícius de Moraes (2) aniversário (2) cabelo (2) educação fundamental (2) forma geométrica (2) fralda (2) mural (2) máscara (2) olhos (2) rímel (2) saúde bucal (2) Cora Coralina (1) Jequiti (1) Stabilo (1) alfabeto (1) brinquedos (1) caligrafia (1) capa (1) cartaz (1) cartão (1) cirurgia (1) creme (1) diário digital (1) dobradura (1) eletrodoméstico (1) esmalte (1) estilo sobrancelha (1) faixa (1) gelatina (1) greve (1) jogo (1) kit (1) lenço (1) moda (1) mordida (1) móbile (1) natal (1) obras (1) pais (1) parlenda (1) pomada assadura (1) projeto (1) quebra cabeça (1) regras (1) sobremesa (1) sucata (1) tireóide (1) técnica (1) água (1)

domingo, 21 de abril de 2013

O que (não) fazer no Dia do Índio

Fonte:site Revista Nova Escola
Fonte imagem: site Revista Nova Escola 
O Dia do Índio é comemorado em 19 de abril no Brasil para lembrar a data histórica de 1940, quando se deu o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. O evento quase fracassou nos dias de abertura, mas teve sucesso no dia 19, assim que as lideranças indígenas deixaram a desconfiança e o medo de lado e apareceram para discutir seus direitos, em um encontro marcante.

Por ocasião da data, é comum encontrar nas escolas comemorações com fantasias, crianças pintadas, música e atividades culturais. No entanto, especialistas questionam a maneira como algumas dessas práticas são conduzidas e afirmam que, além de reproduzir antigos preconceitos e estereótipos, não geram aprendizagem alguma. "O índigena trabalhado em sala de aula hoje é, muitas vezes, aquele indígena de 1500 e parece que ele só se mantém índio se permanecer daquele modo. É preciso mostrar que o índio é contemporâneo e tem os mesmos direitos que muitos de nós, 'brancos'", diz a coordenadora de Educação Indígena no Acre, Maria do Socorro de Oliveira.

 
Saiba o que fazer e o que não fazer no Dia do Índio:

1. Não use o Dia do Índio para mitificar a figura do indígena, com atividades que incluam vestir as crianças com cocares ou pintá-las.Faça uma discussão sobre a cultura indígena usando fotos, vídeos, música e a vasta literatura de contos indígenas. "Ser índio não é estar nu ou pintado, não é algo que se veste. A cultura indígena faz parte da essência da pessoa. Não se deixa de ser índio por viver na sociedade contemporânea", explica a antropóloga Majoí Gongora, do Instituto Socioambiental.

2. Não reproduza preconceitos em sala de aula, mostrando o indígena como um ser à parte da sociedade ocidental, que anda nu pela mata e vive da caça de animais selvagens
  Mostre aos alunos que os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a cidade proporciona. Nem por isso deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes.

3. Não represente o índio com uma gravura de livro, ou um tupinambá do século 14
  Sempre recorra a exemplos reais e explique qual é a etnia, a língua falada, o local e os costumes. Explique que o Brasil tem cerca de 230 povos indígenas, que falam cerca de 180 línguas. Cada etnia tem sua identidade, rituais, modo de vestir e de se organizar. Não se prenda a uma etnia. Fale, por exemplo, dos Ashinkas, que têm ligação com o império Inca; dos povos não-contatados e dos Pankararu, que vivem na Zona Sul de São Paulo.

4. Não faça do 19 de abril o único dia do índio na escola
  A Lei 11.645/08 inclui a cultura indígena no currículo escolar brasileiro. Por que não incluir no planejamento de História, de Língua Portuguesa e de Geografia discussões e atividades sobre a cultura indígena, ao longo do ano todo? Procure material de referência e elabore aulas que proponham uma discussão sobre cultura indígena ou sobre elementos que a emprestou à nossa vida, seja na língua, na alimentação, na arte ou na medicina.

5. Não tente reproduzir as casas e aldeias de maneira simplificada, com maquetes de ocas
  "Oca" é uma palavra tupi, que não se aplica a outros povos. O formato de cada habitação varia de acordo com a etnia e diz respeito ao seu modo de organização social. Prefira mostrar fotos ou vídeos.

6. Não utilize a figura do índio só para discussões sobre como o homem branco influencia suas vidas
 Debata sobre o que podemos aprender com esses povos. Em relação à sustentabilidade, por exemplo, como poderíamos aprender a nos sentir parte da terra e a cuidar melhor dela, tal como fazem e valorizam as sociedades indígenas?

Um comentário:

Obrigada por comentar sobre este post!

Comentário será liberado após moderação; caso faça agressão gratuita poderá ser excluído. Evite escrever em letras maiúsculas.

Beijinhos sabor chocolate! Paz em seu coração!

Aguardando a chegada de Otavio.

Aguardando a chegada de Otavio.
Abençoada seja sua vinda, meu filho!

Foto: meu amor Anderson

Foto: meu amor Anderson

Foto: pais Josedino e Conceição

Foto: pais Josedino e Conceição

botão redes sociais