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domingo, 30 de junho de 2013

Visitando a amiga Kalyne

 
Hoje fui passear com a mamãe... e como aprontei!
 
Aqui estou posando com minha amiguinha Kalyne de 1 ano e 2 meses.
 
Treinei muito meu engatinhar e já tento ficar de pé por alguns segundos dando uns passinho pro lado (no chão segurando o sofá). O problema é só meu tamanhão mega-hiper-super-bebezão, senão acho que já até arriscava uns passos.
 
Completei os 9 meses com 14,5kh e 80cm. Pensa num sistema bruto! kkkkk

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Papinhas

 
 Papa de banana
1 banana prata (Descasque a fruta e amasse com um garfo. Sirva com uma colher de plástico ou silicone. Bananas-maçãs tendem a prender o intestino, sendo recomendadas para o caso de diarréia, enquanto as nanicas soltam, sendo usadas para combater a prisão de ventre.)

Papa de mamão
Meio mamão-papaia (Lave bem a casca e depois corte o mamão na metade. Retire com uma colher as sementes pretas e só use a polpa. Amasse e dê com uma colher pequena de plástico ou silicone.)

Papa de maçã ou pêra
1 maçã vermelha ou pêra (Lave bem a casca e corte a fruta na metade, você não precisa descascar. Com ajuda de uma colher pequena, vá raspando a polpa a partir da própria fruta. Preste só atenção para que não escape nenhum pedacinho maior que possa engasgar seu filho.
Outra opção é passar no ralador.

A partir da aceitação de cada fruta individualmente, você pode começar a misturar duas delas para fazer uma papinha mais rica, como, por exemplo, banana com maçã, maçã com pêra, mamão com laranja. O suco de laranja-lima também pode ser combinado e batido com outras frutas, como acerola, mamão ou maçã ou mesmo legumes, como cenoura ou beterraba. 
Papinhas salgadas: Preferência que elas sejam amassadas ou passadas na peneira, em vez de ser batidas no liquidificador.Sal usado com grande moderação, para não sobrecarregar os rins do seu filho.
Papa de caldo de carne com cenoura e chuchu
100 gramas de carne (um bife pequeno de carne magra, como coxão duro ou músculo)
1 cenoura
1 chuchu
água filtrada
Preparo: Corte a carne em cubinhos e refogue em uma panela com um pouco de óleo vegetal. Acrescente uma pitada de sal e, quando a carne pegar uma corzinha, coloque a cenoura e o chuchu descascados e cortados em pedaços pequenos. Cubra com água filtrada e cozinhe, com tampa, em fogo baixo até que os legumes estejam moles (aperte com um garfo). Separe a carne. Amasse os legumes com um garfo ou passe-os na peneira. Sirva com uma colher, só tomando cuidado para que não esteja quente demais.

Papa de caldo de carne com abóbora, mandioquinha (ou batata) e cenoura
100 gramas de carne bovina magra, como coxão duro ou músculo
1 fatia de abóbora
1 mandioquinha
1 cenoura
água filtrada
Preparo: Corte a carne em pedaços e refogue em uma panela com um pouco de óleo vegetal. Quando começar a ficar corada, acrescente a abóbora, a mandioquinha e a cenoura descascadas e grosseiramente cortadas e uma pitada de sal, se desejar. Cubra tudo com água filtrada, tampe a panela e cozinhe em fogo baixo até que os legumes estejam moles (a abóbora pode levar mais tempo que a cenoura). Separe a carne e amasse o resto com um garfo ou passe pela peneira.

Papa de caldo de carne com batata-doce e beterraba
100 gramas de carne bovina magra, como coxão duro ou músculo
1 batata-doce pequena
Meia beterraba
Água filtrada
Preparo: Corte a carne em pedaços e refogue, até começar a pegar cor, em uma panela com óleo vegetal. Acrescente a batata-doce e a beterraba descascadas e cortadas, assim como uma pitada de sal. Adicione a água até cobrir tudo. Tampe e deixe cozinhar até que tudo esteja mole. Retire a carne e amasse a mistura que ficou com um garfo ou passe por uma peneira.

Papa de caldo de frango com mandioquinha e beterraba
100 gramas de peito ou coxa de frango (1 filé ou 1 coxa)
1 mandioquinha
Meia beterraba
Água filtrada
Preparo: Corte o frango em pedaços pequenos e refogue em uma panela com um fundo de óleo vegetal. Coloque uma pitada de sal e, quando o frango começar a ficar esbranquiçado, junte a mandioquinha e a beterraba descascadas e cortadas. Cubra com água e deixe a sopa cozinhar, com a panela tampada e o fogo baixo, até que os legumes estejam moles. Separe o frango e amasse o resto com um garfo ou passando por uma peneira.

Papa de caldo de frango com abobrinha, batata e cenoura
100 gramas de peito ou coxa de frango
1 abobrinha
1 cenoura
1 batata
Água filtrada
Preparo: Com o frango cortado em cubos, aqueça óleo vegetal em uma panela e refogue até que mude de cor. Acrescente então a abobrinha, a batata e a cenoura descascadas e cortadas e uma pitada de sal, se quiser. Cubra tudo com a água e cozinhe lentamente até os legumes amolecerem. Retire o frango e amasse a mistura restante com um garfo ou passe na peneira.

Papa de caldo de frango com batata-doce e chuchu
100 gramas de peito ou coxa de frango
1 batata-doce
1 chuchu
Água filtrada
Preparo: Corte o frango em pedaços e refogue no óleo vegetal até que esteja esbranquiçado. Junte a batata-doce e o chuchu descascados e cortados e uma pitada de sal, se desejar. Acrescente a água filtrada até cobrir tudo e deixe cozinhando, em fogo baixo, até que tudo esteja mole. Separe o frango e amasse o resto com um garfo ou passe na peneira.

terça-feira, 11 de junho de 2013

1º Perfil Geral da Turma (2 anos)

Relatório redigido no primeiro trimestre observando primeiras impressões sobre minha turma de 2 anos (adaptação, preferência em brincadeiras e atividades, manifestação de desconforto e desagrados, alimentação, alergias, responsáveis). *Ano 2013, Educação Infantil.
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O grupo II-B é composto por 18 crianças sendo 09 do sexo masculino e 09 do sexo feminino, entre elas 02 crianças frequentam integralmente o ambiente escolar. São crianças assíduas faltando somente em virtude de doença ou motivos justificáveis. Nota-se que os responsáveis, em sua maioria, são os próprios pais.
Durante o período de adaptação do grupo, algumas crianças choraram ao despedir-se do familiar, mas aos poucos foram acalmando-se quando acalentados e incentivados a participar das brincadeiras com os colegas. Até o final deste trimestre, poucas crianças choram ao chegar a sala de aula, demonstrando estar adquirindo mais confiança e autonomia perante o grupo.
São crianças falantes, conversando muito entre si e com as educadoras, alguns usam tom de voz alto para sobressair sua opinião. Possuem boa oralidade, sendo observada nos momentos de roda de história e no parquinho, onde a maioria sempre tem algo a comunicar, com um vocabulário diversificado.
A maioria compreende e obedece às normas estabelecidas. Observei apenas uma criança que costuma agir de maneira um pouco agressiva, mas não intencionalmente: às vezes, na euforia da brincadeira, aperta ou empurra um colega, pedindo desculpa assim que percebe o desagrado do mesmo. Já estamos conversando com esta criança sobre esta prática nada sociável.
O grupo aprecia ouvir histórias principalmente quando os personagens envolvidos são animais, fazendo seus respectivos sons e gestos. Também apreciam música, seja cantada ou através de danças, brincadeiras no parquinho (escorregador e sucatas para areia).
Todas as crianças alimentam-se sozinhas, dificilmente deixando cair à mesa e utilizando os talheres corretamente. No momento do lanche, duas crianças necessitam de alimentação especial (leite de soja), apesar de não ter maiores problemas com alimentos que possuem pouca concentração de leite (como biscoitos e pães).
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Profª Karine Santana Andrade

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Relatório Avaliativo (2 anos)


Relatórios avaliativos da minha turma de grupo II da Educação Infantil (2 anos). *Nomes trocados para preservar identidade das crianças.

Relatório I
João demonstrou um comportamento apreensivo nas primeiras semanas de aula, chorando muito. Aos poucos incentivo a participar de grupos em momentos de brincadeiras livres para sentir-se mais integrado aos colegas.

Aparenta ser uma criança tímida, geralmente evita o diálogo com os colegas e educadores em sala, preferindo permanecer sozinho num canto brincando com um carrinho e algumas peças.
João, mesmo com um comportamento mais introvertido, manifesta interesse nas atividades, participando sempre que o convido, com muita curiosidade e observação. Agrada-lhe escutar canções, principalmente quando o grupo faz coreografias.

Alimenta-se sozinho no refeitório, usando os utensílios de maneira adequada. Demonstra preferência em sentar-se em determinados lugares. Participa de sua higienização (escovação, lavar mãos) seguindo minhas orientações. Já apresenta controle de seu esfíncter.
Relatório II

João mostrou-se tímido durante os primeiros dias de socialização, mas logo se enturmou com todos.
Participa de brincadeiras em sala com muita alegria, principalmente quando a música está envolvida, fazendo gesticulações e/ou dançando. Aprecia também DVD’s musicais, chamando os colegas para dançar e cantar, ficando muito próximo à televisão.
João já faz uso adequado do banheiro, controlando seu esfíncter.
Durante a realização das atividades coletivas troca informações com os colegas, questionando o que estão fazendo.
Expressa-se por meio da voz, comunicando os fatos acontecidos à sua volta, nem sempre com muita clareza, através de frases curtas e simples.
Neste momento, apesar de não ser agressivo, às vezes vem demonstrando um comportamento inadequado com os colegas: mordidas. Sempre conversamos com ele em sala e também já foi relatado o caso à mãe.

 Relatório III
Maria costuma chegar à sala chorando, sendo que nem sempre aceita ser consolada, ficando sozinha num canto. Só depois de uns minutos senta-se próxima de uma determinada colega pra conversar e acalma-se.
Quando lhe incomodam procura uma das educadoras para relatar o fato e aguarda nossa intervenção. Possui uma relação espontânea com todos na escola, tanto adultos quanto demais crianças.
Comunica-se verbalmente, sendo capaz de responder perguntas simples e solicitar ajuda quando necessita. Consegue prever acontecimentos cotidianos: recolher brinquedos para realizar atividades, levantar-se, etc.
Agrada-lhe atividades plásticas, aceitando diferentes técnicas utilizadas na aula. Aprecia escutar canções e participar de danças, principalmente quando tem coreografias.
Aprecia os alimentos oferecidos pelo CMEB, apesar de às vezes não lanchar. Foi comunicado à escola que Maria não pode ingerir leite, sendo oferecido para ela nos momentos de lanche o leite de soja, porém percebi que não está apreciando sua ingestão, o que geralmente recusa este leite.
 
Relatório IV
Em sua adaptação, Maria mostrou-se chorosa ao chegar à sala, mas logo se acalmou quando chamei para participar das rodinhas (conversa ou cantigas).
Custa-lhe controlar suas emoções negativas, chorando e pedindo minha atenção, apesar de mostrar-se tranquila na maior parte do tempo.
Já consegue controlar seu esfíncter, indo sozinha ao banheiro, porém pede ajuda para vestir a roupa novamente.
Agrada-lhe a alimentação oferecida no CMEB, não necessitando da ajuda de um adulto. Costuma colocar a mão no prato de um colega ao lado para pegar mais um pedacinho de algo que gostou muito.
Maria demonstra ser uma criança tímida, observadora e muito curiosa, participando com alegria de todas as atividades propostas. Entretanto, percebi que em situações de conflito coloca-se como expectadora, mesmo quando está clara sua participação. Sempre converso com ela sobre essas atitudes, socializando-a com as crianças em brincadeiras coletivas.
Aprecia situações que envolvem música, gesticulando e dançando; brincadeiras no parquinho onde tem a oportunidade de brincar no escorregador e com a areia.


Relatório V
Maria é uma criança muito extrovertida e comunicativa. Não apresentou dificuldades em sua adaptação por já conhecer a escola e a maioria dos colegas.
Muito curiosa, está sempre próxima a mim para saber qual tarefinha darei ou o que estou fazendo, fazendo indagações e/ou comentários.
Em situações de conflito, vem comunicar o fato esperando minha intervenção. Quando nessa situação de conflito está clara sua participação, fica num canto envergonhada saindo quando explico a situação e a chamo para brincar com os colegas novamente.
Alimenta-se com prazer, algumas vezes escolhe o alimento ou deixa num cantinho do prato algo que a desagrada. Já consegue controlar seu esfíncter, fazendo uso do banheiro sozinha.
Participa com entusiasmo das atividades em grupo. Durante as brincadeiras livres aparenta desejar atenções diferenciadas para si, esperando que sejam feitas todas as suas vontades. 

Relatório VI
João, em seu período de adaptação mostrou-se muito choroso, sempre chamando pela mãe. Geralmente, quando vamos para o parquinho mostra-se mais calmo, ora sentando ao meu lado ora brincando no escorregador ou balanço.
Aparenta desejar atenção diferenciada para si, solicitando que sejam feitas suas vontades. Quando estamos numa atividade coletiva ou brincadeira pede pra pegar sua garrafinha de água ou fazer algo pra chamar nossa atenção.
No refeitório, demonstra preferência em sentar-se em determinado lugar e próximo de alguns colegas. Ainda não demonstrou vontade em alimentar-se na escola. Às vezes, durante o jantar experimenta o alimento servido, encostando somente a língua, e desiste. É incentivado sempre a experimentar e já perguntamos se quer a ajuda das educadoras, mas sempre recusa.
Interessa-se pelos momentos de roda de história ouvindo-as atentamente com um sorriso no rosto. Ouve cantigas com atenção, algumas vezes batendo palmas e repetindo alguns trechos.
Durante a realização de pinturas, observa o que o colega ao lado está fazendo e tenta desenhar utilizando o mesmo material ou cores. Sente prazer ao ser elogiado em suas produções. 

Relatório VI
Maria, aluna de período integral, mostrou-se tranquila em seu período de adaptação. Estava sempre ao lado das amigas do ano anterior.
Por ser aluna do período integral, faz a transição de uma sala para outra. Ao chegar coloca sobre a mesa e fica sentada numa cadeira, às vezes um pouco sonolenta.
Apresenta boa socialização, interagindo com todos. Está sempre disposta a ajudar quem precise. Apresenta um temperado calmo, observador e prestativo. Também é muito comunicativa, consegue relatar qualquer fato de maneira simples, seja espontaneamente ou quando questionada sobre o que aconteceu.
Caso esteja numa situação de conflito, manifesta desconforto chorando e comunicando o acontecido, aguardando a intervenção das educadoras.
Foi comentado que Maria não pode fazer ingestão de leite, alimentando no momento do lanche com leite de soja. Contudo, percebi que está demonstrando repulsa, provando um pouco do leite de soja e deixando-o de lado, às vezes fazendo careta. No momento do jantar aprecia a alimentação servida, geralmente repetindo.
Participa de todas as atividades e brincadeiras propostas com muita alegria e desenvoltura, apreciando principalmente quando envolve música.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Acorda mãe! Otávio 8ºmês

Imagina acordar todo dia às 5:30h com gritinhos, pulinhos, berço todo revirado, cortinado dentro do berço e, às vezes, até a cortina da janela puxada pra dentro do berço. Ufa!

Desse jeito que acordo todo dia... mesmo com tanto cansaço, adooorooo! (risos)

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Atividades Vinícius de Moraes I


Atividades confeccionadas de acordo com o projeto sobre Vinícius de Moraes em minha escola atual (CMEB Álvaro Souza), com as turmas de Educação Infantil, de berçário aos 5 anos, com as professoras regentes de sala e de Múltiplas Linguagens Joana e Arlete.
 
  • Poema: As borboletas.
  • Turma: 2 anos (prof.ª Karine).
  • 1º momento: confecção de cartaz sendo que cada asa tem uma cor citada das asas das borboletas (preta, branca, azul, amarela). Colagem de picotes de e.v.a. associando com cada cor do poema.
  • 2º momento: confecção de borboletas utilizando caixas de ovos (não pode ser de isopor); asas pintadas carimbando esponjinha com guache, dobrar em forma de leque.

  • Turmas: 2 e 4 anos.
  • Aula: múltiplas linguagens.
  • Borboleta amarela: colagem com areia tingida com anilina.
  • Borboleta preta: colagem com picotes de jornal, pintando com carimbos de esponjinha no guache.
Cantinho preparado com algumas atividades

  • Atividade realizada com a turma de 2 anos, da professora Daniela.
  • Pintinho com carimbos das mãos.
  • Poema "A casa": pintura coletiva com guache contornando com durex colorido.

  • Aula Múltiplas Linguagens com profªs Joana e Arlete.
  • Borboletas com asas de e.v.a. carimbando com cola colorida; antenas de piaçava de vassoura, pregada num rolinho de cartolina (ou rolo de papel higiênico).

  • Aula: múltiplas linguagens.
  • Pintinhos confeccionados com bolas de jornal e coloridos com guache. Asas e patinhas confeccionadas com e.v.a.
  • Aula: múltiplas linguagens.
  • Foca e pinguim: colagem com picotes de jornal coloridos com guache.
  • Água da foca: celofane.

sábado, 18 de maio de 2013

Fralda Smilinguido

Fonte imagens: Google

Comprei por curiosidade para testar e gostei. Para o dia a dia ela absorve bem e não vazou em nenhuma vez.  É uma fralda para o dia, não recomendo passar a noite porque acho que não aguenta.
É uma fralda resistente, confortável e com um ótimo preço (tamanho EG R$23,00 com 44 fraldas). A parte externa é plástica, mas bem macia. Ela é um pouco mais "cheinha" que a Pampers e Turma da Mônica.
Pretendo comprar novamente, pelo menos para usar ao dia.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Recordando Fotos

 na maternidade
 
 
Aos 2 meses
 
 
Descobri meu dedinho no 4º dia.
 
Baguncinha depois do banho: 5º mês.
 
 
 Na maternidade alguns minutos depois de nascer. Vovó Conceição costurou a blusinha.
 
4ºmês: papai ajudando na vacinação.
 
5º mês
 
engatinhando: 6º mês
 
2 semanas
 
 
 Bagunçando com o lençol. Olha a cara de "não foi eu". kkkkkkk
 
No colinho do vovô Josedino.
 
Ajuda aí pai... mamãe socorro! kkkkk
 
Adoro brincar na água. Deixo vovó doidinha! kkkkk
  
7º mês: já sento, engatinho por todo lado, tenho 2 dentinhos e tento ficar em pé no berço e no sofá.
  
Fazendo arte com tio Rodrigo.

terça-feira, 30 de abril de 2013

Baguncinha boa no banho: Otávio 7º mês




Essa é a hora que meu bebezão fica mais feliz: no banho.
Ô menino que gosta de água!
Triste é na hora de sair, faz uma pirraça tremenda, esticando o corpo e dando gritinhos.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Movimento de Paralisação do Magistério 2013

Os professores da rede de ensino em nosso município (também em todo país) estão pedindo o cumprimento do Artigo  37 da Constituição federal, onde reivindica: revisão salarial anual dos vencimentos ou salários iniciais, remuneração de carreira., tendo como referência, no mínimo, o índice aplicado ao reajuste do Piso Salarial Nacional do Magistério (Lei nº3356/2010).
 
 
"A educação é um processo social,
 é desenvolvimento.
Não é a preparação para a vida, é a própria vida." John Dewey

domingo, 21 de abril de 2013

O que (não) fazer no Dia do Índio

Fonte:site Revista Nova Escola
Fonte imagem: site Revista Nova Escola 
O Dia do Índio é comemorado em 19 de abril no Brasil para lembrar a data histórica de 1940, quando se deu o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. O evento quase fracassou nos dias de abertura, mas teve sucesso no dia 19, assim que as lideranças indígenas deixaram a desconfiança e o medo de lado e apareceram para discutir seus direitos, em um encontro marcante.

Por ocasião da data, é comum encontrar nas escolas comemorações com fantasias, crianças pintadas, música e atividades culturais. No entanto, especialistas questionam a maneira como algumas dessas práticas são conduzidas e afirmam que, além de reproduzir antigos preconceitos e estereótipos, não geram aprendizagem alguma. "O índigena trabalhado em sala de aula hoje é, muitas vezes, aquele indígena de 1500 e parece que ele só se mantém índio se permanecer daquele modo. É preciso mostrar que o índio é contemporâneo e tem os mesmos direitos que muitos de nós, 'brancos'", diz a coordenadora de Educação Indígena no Acre, Maria do Socorro de Oliveira.

 
Saiba o que fazer e o que não fazer no Dia do Índio:

1. Não use o Dia do Índio para mitificar a figura do indígena, com atividades que incluam vestir as crianças com cocares ou pintá-las.Faça uma discussão sobre a cultura indígena usando fotos, vídeos, música e a vasta literatura de contos indígenas. "Ser índio não é estar nu ou pintado, não é algo que se veste. A cultura indígena faz parte da essência da pessoa. Não se deixa de ser índio por viver na sociedade contemporânea", explica a antropóloga Majoí Gongora, do Instituto Socioambiental.

2. Não reproduza preconceitos em sala de aula, mostrando o indígena como um ser à parte da sociedade ocidental, que anda nu pela mata e vive da caça de animais selvagens
  Mostre aos alunos que os povos indígenas não vivem mais como em 1500. Hoje, muitos têm acesso à tecnologia, à universidade e a tudo o que a cidade proporciona. Nem por isso deixam de ser indígenas e de preservar a cultura e os costumes.

3. Não represente o índio com uma gravura de livro, ou um tupinambá do século 14
  Sempre recorra a exemplos reais e explique qual é a etnia, a língua falada, o local e os costumes. Explique que o Brasil tem cerca de 230 povos indígenas, que falam cerca de 180 línguas. Cada etnia tem sua identidade, rituais, modo de vestir e de se organizar. Não se prenda a uma etnia. Fale, por exemplo, dos Ashinkas, que têm ligação com o império Inca; dos povos não-contatados e dos Pankararu, que vivem na Zona Sul de São Paulo.

4. Não faça do 19 de abril o único dia do índio na escola
  A Lei 11.645/08 inclui a cultura indígena no currículo escolar brasileiro. Por que não incluir no planejamento de História, de Língua Portuguesa e de Geografia discussões e atividades sobre a cultura indígena, ao longo do ano todo? Procure material de referência e elabore aulas que proponham uma discussão sobre cultura indígena ou sobre elementos que a emprestou à nossa vida, seja na língua, na alimentação, na arte ou na medicina.

5. Não tente reproduzir as casas e aldeias de maneira simplificada, com maquetes de ocas
  "Oca" é uma palavra tupi, que não se aplica a outros povos. O formato de cada habitação varia de acordo com a etnia e diz respeito ao seu modo de organização social. Prefira mostrar fotos ou vídeos.

6. Não utilize a figura do índio só para discussões sobre como o homem branco influencia suas vidas
 Debata sobre o que podemos aprender com esses povos. Em relação à sustentabilidade, por exemplo, como poderíamos aprender a nos sentir parte da terra e a cuidar melhor dela, tal como fazem e valorizam as sociedades indígenas?

Brincadeiras estimulantes para o bebê (7 a 9 meses)

Fonte: Baby Center

Seu filho já é quase um especialista em se sentar e logo estará engatinhando por aí. Encha-o de elogios a cada conquista, mesmo após os inevitáveis tombos. "Lucas, olha só como você consegue sentar bonito!". Bebês adoram palmas como parte do elogio.
Outra coisa que faz cada vez melhor é passar objetos de uma mão para a outra e segurá-los. Além do mais, ele começa a entender que, se um brinquedo não está à vista, isso não quer dizer que sumiu para toda a eternidade. Aproveite para brincar bastante de esconder o rosto atrás das mãos perguntando "Onde está a mamãe?" e depois abri-las dizendo "Achou!".
Pega, segura e bate
Se ele tiver um só brinquedo na mão, vai tentar batê-lo na mesa sem parar. Se tiver dois, vai tentar bater um no outro, segurá-los contra a luz para ver o efeito, batê-los separadamente e depois junto na mesa, transferi-los de uma mão para a outra, enfim, uma infinidade de combinações.
Para ajudar, tenha sempre por perto itens que fazem sons interessantes, como embalagens plásticas vazias, colheres de metal, sinos e chocalhos.

No controle
Bebês adoram observar situações de causa e efeito, como quando percebem que, se apertam um botão, a luz se acende. É estimulante para eles, mas pode dar muito trabalho para você ter que aguentar o tempo todo a insistência de ser pego no colo mil vezes para acender e apagar luzes.
Para evitar conflito, tente oferecer um telefone de brinquedo a fim de saciar a vontade dele de controlar as coisas. Outra alternativa é deixar de propósito, em alguma gaveta ou armário mais baixo, itens seguros que possam ser "encontrados" e manipulados sem risco. Não deixe de verificar antes se não há mesmo nenhum pedaço de madeira ou outro acabamento se soltando que possa machucar o bebê.

Corrida de obstáculos
Se o seu filho estiver engatinhando, se arrastando de bumbum ou até, se for apressado, dando os primeiros passinhos, incremente a experiência com muitos obstáculos no meio do caminho para ele tirar da frente -- algo que é ótimo também para aprimorar as habilidades motoras da criança. Valem almofadas, revistas velhas e até pais cansados! Só não use animais domésticos, porque o bebê pode machucá-los sem querer.
Rola a bola
Crianças pequenas são apaixonadas por bolas e pelo jeito como elas se movimentam. Experimente só jogar uma bola bem grande para cima e deixá-la cair no chão como se não tivesse conseguido pegá-la a tempo.
Outra forma divertida de brincar com bolas é escolher uma de plástico molinho ou tecido e jogá-la na direção do bebê. Aos poucos, ele vai aprender a pegá-la e jogar de volta para você. Por enquanto, nada de chutes ou cestas.

Brincadeiras estimulantes para o bebê (4 a 6 meses)

Fonte: Baby Center
 
Nesta idade, o bebê começa a ficar bem mais ativo, ao aprender a virar de um lado para o outro e a se sentar. Outra novidade é a habilidade de segurar, manipular e levar objetos à boca, algo que o ocupará por horas a fio e exigirá atenção redobrada da sua parte.
As crianças passam também a responder melhor às tentativas de entretê-las, soltando gritinhos de alegria e olhando os pais nos olhos.

 Bolinhas de sabão
Elas são simplesmente irresistíveis, e agora a visão do seu filho já o permite acompanhá-las a uma maior distância. No meio de uma crise de choro, procure uma área externa e comece a assoprar as bolinhas só para ver o que acontece: as lágrimas param na hora. E se puder ir a um local onde crianças maiores estejam brincando, melhor ainda. Elas virão correndo para olhar as bolhas também e acabarão entretendo o bebê só com sua presença. Outra vantagem é que esse é um brinquedo fácil de transportar e barato.


Vou te pegar!
Não há criança no mundo que resista à ameaça de um monte de beijos, abraços e cócegas. É só dizer: "Júlia: estou vendo você sentadinha aí... Acho que vou aí te pegar e te encher de beijinhos. Vou te pegar! Vou te pegar! Te peguei!". Faça então o prometido e veja só que gargalhadas gostosas vai receber.

Você pode também ameaçar de "comer" pés, mãos e barriga, outro sucesso garantido. Quando seu filho for mais velho, modifique um pouco a brincadeira, acrescentando uma corrida de pega-pega pela casa (aliás, essa brincadeira é uma maravilha de fazer quando você está atrasada e ele "emperra" que não quer sair de jeito nenhum -- é só começar com um "Cuidado que eu vou te pegar…" em direção à porta).

Dedo mindinho, seu vizinho…
Pegue delicadamente cada dedinho do seu filho e vá dizendo o famoso "dedo mindinho, seu vizinho, pai de todos, fura-bolos e mata piolhos", terminando com seus dedos da mão escorregando para a barriga dele, em uma coceguinha gostosa.

Há também a versão para os dedos dos pés, começando pelo dedão: "Este porquinho foi ao mercado; este porquinho ficou em casa; este porquinho comeu carne assada; para este porquinho, não sobrou nada. E este porquinho aqui veio gritando... (e aí é a hora de subir com seus dedos até a barriga, para fazer cócegas) até chegar em casa".

Esse tipo de brincadeira é muito útil na hora de colocar meias e sapatos ou de distrair a criança para trocar a fralda sem muito vira-vira.

De barriga para baixo
É bem possível que seu pediatra já esteja aconselhando a colocar o bebê de bruços no chão (em cima de uma toalha mais felpuda ou um edredom), mesmo se ele reclamar um pouco, já que a posição é mais cansativa.

Ajude-o a se divertir com isso deitando-se também no chão de barriga para baixo e fazendo um olho-no-olho. Depois, vire-o devagarzinho de um lado para o outro fazendo algum som engraçado (pode até ser um simples "Opa" a cada virada) para incrementar a atividade.
Bebê voador
Agora que a cabeça está mais firme, já dá para brincar de aviãozinho ou de foguete, fazendo o bebê "voar" na horizontal, deitado e bem apoiado entre seus braços (papais costumam ser craques nessa brincadeira). Uma variação é brincar de elevador: você segura o bebê no colo e sobe e desce em direção ao chão com ele, contando os andares ao mesmo tempo (a menos que esteja em excelente forma física, você não precisa se agachar até o chão!).

quinta-feira, 28 de março de 2013

Otávio na piscina: 6ºmês


Otávio adorou tomar banho de piscina na casa de praia da tia Elisangela.
Sem falar na bagunça que fez com a vovó. kkkkk

  

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Tenossinovite de De Quervain após gravidez


Um tempo após passar o inchaço da gravidez, por meio de ultrassonografia, fui diagnosticada com  Tenossinovite de De Quervain (ocorre quando os tendões que vão para o polegar ficam comprimidos e inflamados junto ao seu canal de passagem, na região lateral do punho).

Sentia dor, enrijecimento e inchaço no lado do polegar do pulso.

Recentemente, após cirurgia, os sintomas já melhoraram, apesar de ainda estar com os pontos e um leve inchaço. Por sorte só precisei operar do lado esquerdo, o lado direito melhorou, graças a Deus.

A tristeza maior é não poder segurar meu baby no colinho. Mal consigo mexer uns brinquedinhos para ele quando está deitadinho num colchonete que colocamos na sala. Puxa!






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2012: 2 meses / 2014: 2 anos / 2016: 4 anos / 2020: 8 anos

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