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Professora Educação Infantil. Costumo ser reservada e tímida, ás vezes gosto de ficar sozinha. Vivo o presente. Sou do tipo de pessoa que vive o “aqui e agora”. Não gosto deixar nada pra depois. Preciso de liberdade e independência para fazer minhas próprias coisas. Alegria sempre. Nada de ficar reclamando das dificuldades. Deus conhece nossa capacidade. "Posso não saber o quanto vou ter que caminhar, mas eu continuarei andando e sorrindo. Vou aprendendo a viver e a conviver. Levo comigo uma bagagem cheia de decepções, momentos felizes e alguns não muito.. meus erros, minhas lágrimas, minhas derrotas e vitórias... Não quero ser perfeita , eu quero é cair e levantar rindo... levantar e limpar as mãos e os joelhos e me preparar para correr de novo ,dessa vez mais rápido ainda. Se não quiser que eu te decepcione não faça demasiadas expectativas..."

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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Hormônios à flor da pele: Tireóide


Fontes:
1. http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=4680&ReturnCatID=48
2. http://pt.wikipedia.org/wiki/Tiroide
3. www.google.com.br
Hoje venho falar sobre um assunto muito importante e que muitas pessoas podem estar vivenciando e nem tomaram conhecimento: problemas na glândula tireóide. Convivo com o hipotireoidismo há uns 5 anos e desde então venho controlando tomando medicamento (comprimido Puran 75mg) todos os dias em jejum (Argh! rsrs). Descobri a doença quando engordei exatos 25kg em menos de um mês (fui dos 60kg aos 85kg) , procurei un endocrinologista que receitou alguns exames sanguíneos e diagnosticou o problema. Tenho uma vida normal, não desenvolvi o bócio, apesar de ainda sentir alguns sintomas da doença esporadicamente: náuseas, calor, unhas e cabelos quebradiços, cansaço e cãibras, diminuição do olfato, ganho de peso e sono excessivo.

Enfim, vamos aos detalhes técnicos...
A Tiróide foi identificada enquanto órgão pelo anatomista Thomas Wharton em 1656. A tiroxina (T4) foi isolada no século XIX. A tireóide (termo derivado da palavra grega "escudo", devido ao seu formato) é uma das maiores glândulas endócrinas do corpo. Ela é uma estrutura de dois lobos localizada no pescoço (em frente à traquéia) e produz hormônios, principalmente tiroxina (T4) e triiodotironina (T3), que regulam a taxa do metabolismo e afetam o aumento e a taxa funcional de muitos outros sistemas do corpo.
A tireóide é uma glândula, com 15-30 g, localizada no pescoço anterior ao nível das vértebras C5 até T1, em frente à traquéia, e é imediatamente inferior à laringe (e à proeminência da cartilagem tireóide). Ela está recoberta por músculos do pescoço e pelas suas fascias. Tem forma de H e é constituída por dois lobos unidos por um istmo. Tem cor escura vermelha. Está envolvida por uma cápsula de tecido conjuntivo.
Tanto o hipertireoidismo quanto o hipotireoidismo podem causar aumento da glândula tireoidiana (bócio). Recomenda-se a avaliação laboratorial de rotina na população em geral, mesmo na ausência dos sintomas, através de exames sanguíneos: TSH, T4 e T3. O tratamento varia dependendo da causa e também da gravidade dos sintomas, podendo ser tratado com medicamentos antitireoidianos, iodo radioativo ou cirurgia.



O hipertireoidismo ou tireotoxicose é uma condição caracterizada pelo aumento da secreção dos hormônios da tireóide e pode originar-se de várias causas.
Em sua forma mais leve, o hipertireoidismo pode não apresentar sintomas facilmente reconhecíveis ou apenas cursar com sintomas inespecíficos, como sensação de desconforto e fraqueza, mas o hipertireoidismo pode ser uma doença grave e séria e até mesmo colocar em risco a vida da pessoa.
A causa mais comum do hipertireoidismo é uma doença auto-imune (em que o próprio corpo produz anticorpos que "atacam" o órgão) chamada Doença de Graves. Outras causas do hipertireoidismo incluem o bócio multinodular (aumento do volume da glândula que leva a produção excessiva dos hormônios), os tumores da glândula tireóide, da glândula pituitária, dos testículos ou dos ovários, a inflamação da tireóide resultante de uma infecção viral ou outra inflamação, a ingestão de quantidades excessivas de hormônio tireóideo e a ingestão excessiva de iodo. Várias substâncias com altas concentrações de iodo, tais como comprimidos de alga, alguns expectorantes e amiodarona (medicação utilizada no tratamento de arritmias cardíacas) podem, ocasionalmente, causar hipertireoidismo.

Os principais sintomas do hipertireoidismo são:
·  taquicardia,
·   perda de apetite,
·   perda de peso importante,
·   nervosismo, ansiedade e inquietação,
·   intolerância ao calor,
·   sudorese aumentada,
·   fadiga e cãibras musculares,
·  evacuações freqüentes,
·  irregularidades menstruais,
·  presença do bócio (papo),
·  fraqueza, sede excessiva,
·  aumento do lacrimejamento,
·  dificuldade para dormir,
·  pele fria e úmida, vermelhidão ou rubor da pele, pele anormalmente escura ou clara,
·  queda de cabelo, descamação e rápido crescimento das unhas,
·  náuseas e vômitos,
·  atrofia muscular, tremor nas mãos,
·  diarréia, pressão sanguínea alta,
·  dor nos ossos e abdominal
·  protusão dos olhos (exoftalmia),
·  visão dupla, aumento da probabilidade de aborto, dentre outros.

No hipotireoidismo ocorre a deficiência dos hormônios da tireóide, que pode potencialmente afetar o funcionamento de todo o corpo. A taxa de funcionamento normal do corpo diminui causando lentidão mental e física. Os principais fatores de risco são idade superior a 50 anos, sexo feminino, obesidade, cirurgia de retirada da tireóide e exposição prolongada a radiação.
O grau de severidade pode variar de leve, apresentando um quadro de depressão em que o diagnóstico de hipotireoidismo pode passar desapercebido, até a forma mais grave, denominada mixedema, caracterizada pelo inchaço de todo o corpo e que constitui uma emergência médica.
As causas mais comuns de hipotireoidismo são: doença de Hashimoto (uma doença auto-imune); tratamento do hipertireoidismo com iodo radiativo; retirada cirúrgica da tireóide para tratar hipertireoidismo ou tumor; uso prévio de medicamentos antitireóideos; pós-parto (transitório em 60-70% dos casos); uso de certos medicamentos como lítio, amiodarona, iodeto e interferon alfa; deficiência na regulação da glândula; inflamação da tireóide; deficiência de iodo (substância importante para a produção dos hormônios tireoidianos) e resistência generalizada ao hormônio tireóideo.

Os principais sintomas do hipotireoidismo são:
·  fraqueza e cansaço, palidez
·  intolerância ao frio,
·  intestino preso,
·  ganho de peso e retenção de líquidos, perda de apetite
·  depressão (cansaço, apatia, desânimo),  aumento de colesterol
·  dor muscular e nas articulações,
·  unhas finas e quebradiças,  sono excessivo
·  enfraquecimento do cabelo,
·  fala lenta, pele ressecada e espessada,
·  inchaço de mãos, pés e face,
·  dores musculares, fraqueza cãibras,
·  diminuição do paladar e olfato, rouquidão,
·  diminuição do apetite sexual,
·  menstruação irregular, infertilidade, abortamento
·  doenças cardíacas, infecções, dentre outros.
·  Recém nascidos apresentam: corpo muito mole, choro rouco, icterícia, dificuldade pra sugar, hipoatividade, hérnia umbilical (teste do pezinho é fundamental para o diagnóstico precoce)
A complicação mais grave do hipotireoidismo é o mixedema que pode levar ao coma, mas que felizmente é a rara. Ele pode ser causado por infecções, exposição ao frio, certos tipos de medicamento e outras doenças. No coma pelo mixedema ocorre alteração do comportamento, diminuição da respiração, queda da pressão sanguínea, do açúcar no sangue e da temperatura.

Abaixo, imagens de pessoas com o bócio (causado por inchaço dos nódulos da tireóide):


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Aguardando a chegada de Otavio.

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Foto: meu amor Anderson

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Foto: pais Josedino e Conceição

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