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Espírito Santo, Brazil
Professora Educação Infantil. Costumo ser reservada e tímida, ás vezes gosto de ficar sozinha. Vivo o presente. Sou do tipo de pessoa que vive o “aqui e agora”. Não gosto deixar nada pra depois. Preciso de liberdade e independência para fazer minhas próprias coisas. Alegria sempre. Nada de ficar reclamando das dificuldades. Deus conhece nossa capacidade. "Posso não saber o quanto vou ter que caminhar, mas eu continuarei andando e sorrindo. Vou aprendendo a viver e a conviver. Levo comigo uma bagagem cheia de decepções, momentos felizes e alguns não muito.. meus erros, minhas lágrimas, minhas derrotas e vitórias... Não quero ser perfeita , eu quero é cair e levantar rindo... levantar e limpar as mãos e os joelhos e me preparar para correr de novo ,dessa vez mais rápido ainda. Se não quiser que eu te decepcione não faça demasiadas expectativas..."

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sábado, 25 de junho de 2011

1ª Avaliação - Grupo IV

Abaixo, alguns relatórios de minhas primeiras avaliações no grupo IV (4 anos).
Obs.: Posto somente avalições redigidas por mim durante meu trabalho pedagógico, após a verificação da pedagoga escolar. Não escrevo reltórios para terceiros, nem envio por e-mail.
*Nomes fictícios para preservar identidade real das crianças.

PEDRO    
A adaptação de Pedro foi tranquila, apesar de não ter sido aluno deste CMEI no ano anterior. Logo que chegou à sala foi perguntando às outras crianças seus nomes e combinando brincadeiras.
Pedro chega à escola com sua mãe e um irmãozinho (que também estuda no CMEI); ao entrar fica observando as crianças das outras salas, algumas vezes na porta de sua sala.
A família comunicou-me que Pedro sofre de “prolapso retal”, contudo não  impede de participar das atividades escolares comumente; informou que quando a criança utiliza o sanitário para defecar, ele próprio coloca o órgão em seu lugar higienizando-se adequadamente. Procurei informações sobre esta doença na internet e obtive a seguinte denominação: “prolapso retal é o extravasamento de parte do intestino para fora do organismo, pelo ânus, onde nesses casos, parte do reto fica para fora do orifício natural ou artificial”.
É uma criança muito comunicativa, relata fatos vivenciados em seu cotidiano com clareza apesar de ser com frases simples, não muito elaboradas. Durante as brincadeiras costuma comandar o grupo, delegando funções para cada colega.
É perceptível seu bom entrosamento com todos na sala, principalmente com os meninos, onde costumam dar-lhe “tchau” na saída e sempre o chamam para as brincadeiras e, também, ficando próximos no momento das atividades.
Pedro, apesar de apresentar um comportamento agitado e aventureiro, realiza as tarefas propostas por mim com atenção e concentração, sempre me chamando pra comprovar se está correta ou se falta algo.
Em relação à escrita de seu nome, consegue fazê-lo observando na ficha e já reconhece algumas letras do alfabeto.

BRÍGIDA
Durante sua adaptação Brígida mostrou-se insegura na sala, observava os amigos de longe, chorava em alguns momentos perguntando se a mãe viria buscá-la. Após umas semanas conseguiu interagir com os colegas e com os brinquedos de maneira tímida, contudo ainda mostra-se muito chorosa quando chega à escola.
Nas atividades dirigidas em grupo, presta atenção na proposta a ser feita e interage de maneira tímida, mas com interesse, apesar de ainda necessitar de minha intervenção.
Ainda não realiza a escrita do nome mesmo com a ficha, porém demonstra interesse em identificar o mesmo, pois às vezes a observo em frente ao quadro de presenças procurando sua ficha. Sua escrita apresenta-se através de garatujas simples e claras, sem muita definição.
No refeitório também se comporta de forma introvertida, porém entra na fila do self-service observa o que está sendo servido e se serve caso seja o alimento apreciado por ela.
Brígida, apesar de observar muito o comportamento dos outros colegas, ainda não interage ativamente. Durante as brincadeiras peço que algumas a chamem para a rodinha, onde ela aceita o chamado e fica sentadinha aceitando os comandos das colegas com um sorriso no rosto.
A mãe comentou que em casa Brígida não está tendo um controle de seu esfíncter e que já levou-a num médico para um possível tratamento, assim está enviando a menina de fralda devido urinar constantemente na roupa. Percebi que na escola também está se comportando da mesma maneira, e tenho conversado sempre com ela e lembrando-a de ir ao banheiro.

ANA PAULA
Ana Paula mostrou-se tranqüila no período de adaptação escolar apesar de ser novata no CMEI. Nos primeiros dias brincava sozinha e observava com atenção o que os demais colegas faziam.
Sua entrada no CMEI é tranquila, sempre me recepcionando com um sorriso ou um abraço. Chega com sua mãe, na qual a deixa com um beijo bem caloroso dizendo-lhe “Tenha uma boa aula minha filha”.
Ana Paula demonstra ser uma criança comunicativa, expressando suas vontades e necessidades de maneira clara e objetiva. Nos momentos de roda de conversa e da roda de história presta atenção e emite opiniões sobre o que está sendo falado.
Tem um bom relacionamento com todos, demonstrando preferência em brincar com Maria, Ana e Ivone.
Nas atividades dirigidas em grupo, presta atenção na proposta a ser feita e interage com interesse. Ao terminar a tarefa vem me entregar perguntando se está correta e coloca em cima de minha mesa e vai brincar em um canto da sala, demonstrando autonomia.
Consegue escrever seu nome sem ajuda da ficha e sente-se orgulhosa desta conquista, apesar de algumas vezes fazê-lo de trás pra frente.

CARLOS
Carlos teve uma boa adaptação ao grupo, pois estudou no CMEI no ano anterior. Não demonstrou dificuldade na interação com os colegas, apesar de em alguns momentos preferir ficar observando para depois entrar nas brincadeiras de maneira tímida (no parquinho e em brincadeiras livres na sala).
Nas atividades dirigidas em grupo, presta atenção na proposta a ser feita e interage de maneira tímida, mas com interesse. Ao terminar a tarefa vem me entregar ou coloca em cima de minha mesa e vai brincar em um canto da sala, demonstrando autonomia.
Carlos, apesar de tentar se comunicar com os colegas e comigo durante as atividades, possui um problema na fala de difícil entendimento. Considero que Carlos necessita ainda avançar muito na oralidade através de estimulação e um trabalho individualizado de um profissional especializado (fonoaudiólogo).
Está iniciando a escrita do primeiro nome com a ficha, porém as letras ainda ficam soltas e sem muita definição.

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Aguardando a chegada de Otavio.

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Foto: meu amor Anderson

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Foto: pais Josedino e Conceição

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