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Professora Educação Infantil. Costumo ser reservada e tímida, ás vezes gosto de ficar sozinha. Vivo o presente. Sou do tipo de pessoa que vive o “aqui e agora”. Não gosto deixar nada pra depois. Preciso de liberdade e independência para fazer minhas próprias coisas. Alegria sempre. Nada de ficar reclamando das dificuldades. Deus conhece nossa capacidade. "Posso não saber o quanto vou ter que caminhar, mas eu continuarei andando e sorrindo. Vou aprendendo a viver e a conviver. Levo comigo uma bagagem cheia de decepções, momentos felizes e alguns não muito.. meus erros, minhas lágrimas, minhas derrotas e vitórias... Não quero ser perfeita , eu quero é cair e levantar rindo... levantar e limpar as mãos e os joelhos e me preparar para correr de novo ,dessa vez mais rápido ainda. Se não quiser que eu te decepcione não faça demasiadas expectativas..."

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quarta-feira, 8 de junho de 2011

A Cama na Varanda: Heroínas românticas

FONTE~>http://odia.terra.com.br/portal/cienciaesaude/html/2009/9/a_cama_na_varanda_heroinas_romanticas_37378.html

POR REGINA NAVARRO LINS, RIO DE JANEIRO

Rio - Branca de Neve, Cinderela, Bela Adormecida. Modelos de heroínas românticas, que, em relação ao amor, são muito parecidas com a maioria das mulheres de hoje. A mensagem central dos contos de fadas é a impotência feminina. O homem tem o poder, a coragem, a força, e tudo o que uma mulher pode fazer é esperar pelo Príncipe Encantado. Por desempenhar um papel passivo — sempre esperando ser salva por ele —, não o ameaça em nada, podendo ser, portanto, escolhida para ser sua esposa. No final ela alcança a realização ao subir no cavalo do príncipe e partir para viver feliz para sempre no castelo dele. É claro que a história tem que parar por aí. Além da jovem jamais ter interagido com o mundo, agora mesmo não se terá mais notícias dela, e muito menos do dia a dia do casal.

A menina na nossa cultura aprende desde cedo a ser romântica e submissa. Além dos contos de fadas, todos os meios de comunicação, família e escola, colaboram para isso. Um estudo feito nos Estados Unidos concluiu que as escolas americanas ludibriam as meninas. Além de receberem mais atenção dos professores, os meninos são recompensados por se valorizarem e as meninas por serem dóceis e quietas.

Assim, quando se tornam adultas, já estão bem treinadas para se comportar ajustando sua imagem de acordo com as necessidades e exigências dos homens, prisioneiras que são do mito do amor romântico.

Para que a relação entre os sexos se mantenha dentro do esquema de superioridade do homem, a principal aspiração da mulher deve ser a de viver um grande romance, se sujeitando a qualquer sacrifício para isso.

Cinderela não tem nenhum projeto de vida, senão ser salva pelo príncipe e se casar com ele.
Mas o episódio do famoso sapatinho traz outro significado dramático. Para a mulher ter sucesso, melhorar de vida, seu corpo tem que corresponder a determinadas exigências masculinas, nem que para isso seja necessário mutilá-lo. É o que acontece com as irmãs de Cinderela, que cortam um pedaço dos pés, para que caibam no sapatinho. Quando se pensa numa mulher romântica, o que se imagina logo? Uma mulher sonhadora, delicada, suave, meiga, dócil. Como se veste? Tons claros, principalmente cor de rosa, e enfeites de rendas.
Sua competência é limitada e sua sexualidade deve ser apenas do tipo passivo. O mito do amor romântico se opõe à autonomia pessoal.

Quem aprova os papéis tradicionais de masculino e feminino, carregados de estereótipos, tende a buscar experiências amorosas do tipo romântico, longe da relação verdadeira com a outra pessoa.

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Aguardando a chegada de Otavio.

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Foto: meu amor Anderson

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Foto: pais Josedino e Conceição

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